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26 abril 2006

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Calafrio
ROGERIO SANTOS

Nas luzes
dos teus cabelos
moram finais
de tarde
de interminável
verão.

4 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns pelo lindo poema.
Aliás, flores e luzes nos cabelos das moças é uma fixação tua na tradução metafórica da natureza, certo?
em tempo: oportunamente,acesse
http://blogdolingua.zip.net/
namaste

Anônimo disse...

Rogério, eu já havia lido esta poesia lá na oficina, mas achei-a tão fantástica que não poderia deixar de registrar aqui o quanto gostei !
Bom final de semana.Beijos fraternos. Andréa Motta

li disse...

Olá Rogerio

Me atrevi a postar seu poema no meu fotolog.

Abraços

Ligia

Anônimo disse...

...é como fio de navalaha...
Sou sua fã, faz muito tempo.