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05 março 2008

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Tacógrafo
ROGERIO SANTOS

sono

o ponto-morto
é o disfarce perfeito

ninguém perceberá
o motor ligado
e os faróis acesos

esquina
rua estreita

pardal
eletrônico

máquina
...cápsula
......catapulta

vida contada
em quilômetros rodados

4 comentários:

FINA FLOR disse...

eu prefiro não contar, nunca fui boa com números, rs*

beijos, querido, obrigada pela visita e boa semana =]

MM.

Paula Valéria Andrade Gruber disse...

Adorei Rogério...muito bom.Agradeço tb a visita ao meu blog e ao comentário simpático.Bjokaszx! PV

Ana Schuster disse...

Rogério, primeira vez que visito seu blog e quero deixar registrado que a partir de hoje sou sua seguidora, amei suas poesias. Parabéns!!! Beijo.

Carlos disse...

Olá!
Fazia um bom tempo que eu não "passava" por aqui. Percebo que sua poesia fica cada vez mais elaborada sem perder a simplicidade.

Abraço!

Carlos.