
Continente
ROGERIO SANTOS
vai nave
vai musa
mar
sal
eclusa
velas
içadas
e lume
pela vida
afora
vai livre
e flutua
e abusa
da margem
de erro
que a saudade
é a ponta
do iceberg
de tudo
que é desvelo
continente
um único apelo
no lenço branco
jamais se entregue
a qualquer corrente
5 comentários:
pôxa, poeta, poemaço...
'jamais se entregue a qualquer corrente'...piramidal e parabéns
abrçsons pacíficos
E continente, ao incontinente se vai.
Belíssimo!
Oriente...
Obrigada pela tua visita no meu blog.
Sempre gosto muito!
Um beijo
bom viajar/navegar nesse poema...! :)
boa a ideia da Marj: oriente.
beso
Rogério,
Passeando por aqui... não consegui mais parar de ler os seus poemas!!
Cada um mais lindo que o outro! Quanta sensibilidade, e quanta inspiração!
Bjs!
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